o moonwalk sempre me fascinou, mas nesse último mês me peguei obssessiva e compulsiva treinando o passo nos mais variados ambientes - públicos, diga-se de passagem. e não, não estou considerando a universidade um ambiente público. pelo menos não o chalé ou o casarão ou o quinto andar, por exemplo.
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a chegada da margot coincidiu mais ou menos com o início do despertar da minha consciência arquitetônica. o problema é que em todos os projetos residenciais que ponho os olhos, começo a me perguntar se são cat-friendly, e se não o são, como fazer para que sejam. é uma tortura.
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fiquei pensando em muitas coisas ontem à noite e a substituição metonímica voltou. e ela não alivia absolutamente nada, porque oi, e já sei qual é o problema, e ele tá dançando polca na minha frente. já tá virando um assunto patológico. no momento, este é o grande comofass// de minha existência.
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a chegada da margot coincidiu mais ou menos com o início do despertar da minha consciência arquitetônica. o problema é que em todos os projetos residenciais que ponho os olhos, começo a me perguntar se são cat-friendly, e se não o são, como fazer para que sejam. é uma tortura.
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fiquei pensando em muitas coisas ontem à noite e a substituição metonímica voltou. e ela não alivia absolutamente nada, porque oi, e já sei qual é o problema, e ele tá dançando polca na minha frente. já tá virando um assunto patológico. no momento, este é o grande comofass// de minha existência.
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