tem tanta coisa rodando pela minha cabeça esses dias, que nem sei por onde começar; então pularei o início e passarei logo pro meio.
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meu projeto de recuperar a mini-bitch interior tá dando super certo. os professores é que não andam exatamente contentes com isso, como já explicitaram. mas mini-bitch não ligaria. ela nem perceberia.
daí a volta de mini-bitch me fez pensar sobre a projeção da minha imagem para o mundo. porque ela não tinha super-ego, [é isso, guilherme?] mas eu tenho. e ele às vezes se irrita com essa história de ser visto apenas como "excêntrico". sim, o drama vive em mim; é, ele não escolhe momento pra aflorar. mas acho uma bosta ficar sendo apontada a todo momento como ponto fora da curva quando todos sabemos estar rodeados de closet freaks, em igual ou maior grau.
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continuando meu registro místico de manifestações do subconsciente, [aka sonhos] a substituição metonímica e o eufemismo parecem ter sido totalmente abandonados. isso tira um pouco do charme da obra, mas por outro lado facilita muito a interpretação. aliás, ela nem é necessária. tá tudo tão explícito, tão na cara, que só me resta concordar: "é isso mesmo" - que vergonha.
acho que foi em house que ouvi alguém dizer que é durante o sono que o cérebro resolve aquilo que não conseguimos quando acordados. ó, sinto dizer que não tá funcionando. só tô reforçando minhas psicoses, malzaê wilson!
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é tanta ironia junta nessa minha vida, que se visse essas coisas num filme, acharia um tremendo exagero. mas é tudo verdade, e nem sei por que ainda me admiro.
a culpa de tudo tem que ser desse corte de cabelo [ou falta de]. sempre que insisto em deixar o cabelo um pouco maior, dá alguma merda que, a princípio, é inofensiva, e depois vira um monstro devorador de criancinhas.
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meu projeto de recuperar a mini-bitch interior tá dando super certo. os professores é que não andam exatamente contentes com isso, como já explicitaram. mas mini-bitch não ligaria. ela nem perceberia.
daí a volta de mini-bitch me fez pensar sobre a projeção da minha imagem para o mundo. porque ela não tinha super-ego, [é isso, guilherme?] mas eu tenho. e ele às vezes se irrita com essa história de ser visto apenas como "excêntrico". sim, o drama vive em mim; é, ele não escolhe momento pra aflorar. mas acho uma bosta ficar sendo apontada a todo momento como ponto fora da curva quando todos sabemos estar rodeados de closet freaks, em igual ou maior grau.
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continuando meu registro místico de manifestações do subconsciente, [aka sonhos] a substituição metonímica e o eufemismo parecem ter sido totalmente abandonados. isso tira um pouco do charme da obra, mas por outro lado facilita muito a interpretação. aliás, ela nem é necessária. tá tudo tão explícito, tão na cara, que só me resta concordar: "é isso mesmo" - que vergonha.
acho que foi em house que ouvi alguém dizer que é durante o sono que o cérebro resolve aquilo que não conseguimos quando acordados. ó, sinto dizer que não tá funcionando. só tô reforçando minhas psicoses, malzaê wilson!
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é tanta ironia junta nessa minha vida, que se visse essas coisas num filme, acharia um tremendo exagero. mas é tudo verdade, e nem sei por que ainda me admiro.
a culpa de tudo tem que ser desse corte de cabelo [ou falta de]. sempre que insisto em deixar o cabelo um pouco maior, dá alguma merda que, a princípio, é inofensiva, e depois vira um monstro devorador de criancinhas.
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