28.9.06

é quinta feira

e eu ainda não tinha parado pra ver os episódios novos de grey's.

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cada semestre, uma nova sensação.

um pequeno step by step:

1º semestre - uh, calouros felizes, despreocupados e perdidos. [licença poética pra g.d.]
2º semestre - greve. téeeedio total e preguiça.
3º semestre - OMG tudo muito rápido rodando. a frase hit era "não vai dar tempo."
4º semestre - não que seja muito trabalho, mas é trabalho non-stop a semana toda. a frase hit é "quero morrer um pouquinho."

voltando pra prancheta. ~/o/

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não fez sentido, mas e daí?

25.9.06

looser manos

uh, eu fui ver os tios looser em nichicity. \o/

sabe, tudo bem ir lá em fiofó dos montes pra assistir o show, ficar no mó filão, esperar horas, ouvir músicas esquisitas no meio de gente estranha [eu sou estranha mas não faço esforço pra isso, tá? aquilo é anti-natural], ficar perto de gente que não entende ironia.
e olha que gente que não entende ironia é O FIM.
o problema é que no fim do curralzinho da fila, o moço simplesmente pegou o ingresso da minha mão, enfiou na maquininha e fuush. o ingresso FADE AWAY, foi-se, buhbye forever.
eu gosto de ter os ingressos, sabe? não tinha scanneado e fiquei com cara de bunda.

okêi, eu supero.

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sobre o show:

zama: ô paula, aquele que é o amarante?
eu: oh meu deus, eu não sabia que ele tava assim. também não sabia que o camelo usava óculos. mamãe, eu não conheço essa banda!

depois da espera monstro e de vários surtos de querer tacar latinhas onde eles estavam, o show começa com uma música super velório-style.
na hora, a frase que passou pela minha mente foi:
"pqp, por que eu comprei o ingresso mesmo?"

ao contrário da fróra, aquela fanzoca enrustida, não conhecia boa parte das músicas. e das que conhecia, não lembrava a letra. oh my. mas depois de fugirmos daquele inferninho que se chama "área perto do palco", dançamos alegremente, todas nós, acompanhando camelo e amarante.
eu ficava pedindo: 'toca cadê teu suíiiiin', mas não rolou.
pelo menos eles tocaram sentimental e eu fiquei abraçada com zama, curtindo toda a fossa que a música proporciona.
pelo chão ser fofo, [pedriscos] quando as pessoas pulavam aquilo BALANÇAVA. então o lance era pular também, pra não ficar mareadinha. e eu pulei várias vezes, aproveitando que isso me dava melhor visão do palco. (Y)

na real, eu gostei mesmo é do tio do trompete.

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lição do dia:
1. em shows pequenos, fique no fundo. isso evita o contato com fãs toscas não-iniciadas na fina arte da ironia, propicia ventinhos no suvaco e dá melhor visão do palco INTEIRO.
2. hips don't lie encerra qualquer noite de maneira satisfatória.

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agradecimentos especiais:
aos pais da piu-piu pelo rango pré-show e pela carona.
nós voltaremos, porque somos cara de pau.


[marcelo e amarante dançando em algum momento obscuro do show.]

22.9.06

meo, que preguiça de postar.

hoje me deu vontade de COMER... há tempos não comia até me sentir totalmente estufada.

tirando, claro, as comemorações padrão no viena.
mas se estufar com a comida do serve-serve da engenharia... ah, isso é digno de nota.

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da série "aula de projeto & champions: um caso de amor":

1. por que um cofrinho é uma coisa tão... desagradável?
2. o que é fazer projetos psicodélicos de paisagismo enquanto se ouve hits dos anos 80 e 90, não é mesmo, minha gente?

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_... o professor jermann, vocês vão ter aula com ele... ou já tiveram?
_er, ele morreu... faz uma semana...
_... eu não sabia. ele foi meu professor.

_
_bom, mas ele já tinha uns noventa anos.

acho que vou acabar sentindo falta do professor de topografia. ele é tão...
pitoresco!

7.9.06

meu nome é paula, eu tenho dezenove anos e me perdi.


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momento "han?":
_margot, eu não sei o que você está fazendo, mas não gostei do barulho!!!

3.9.06

alguém leve meus ovários de mim, pelamor!

eu tenho mais hormônios do que posso suportar.

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mais uns dias pro fim do inferno astral...
se bem que eu sei que a aula de paisagismo VAI SER um inferno astral. não tem como fugir.

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sempre que eu penso em coisas muito interessantes e significativas pra escrever, enquanto estou prestes a dormir, invariavelmente as esqueço no dia seguinte.
será que eu deveria dormir com um caderninho do lado?

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às vezes, explicar seus motivos pras pessoas é demorado, dolorido e ineficiente. então eu prefiro posar de bruxa infantil e rancorosa do que ter que perder meu tempo e ainda assim a pessoa não entender.
melhor a gente pular uma etapa e todo mundo fica mais feliz, não?
[não. mas finge.]
claro que tudo depende do custo-benefício. e no momento, chèrrie, é só custo. quando rolar algum benefício, eu me esforço, tá?

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esse fim de semana ainda não tocou funk aqui do lado.
posso comemorar ou é pegadinha?

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eu sempre vou te amar, cara.
a gente parou de se falar, e faz tempo, mas tava pensando nisso. não concordo com uma porrada de coisa, mas você é foda e eu respeito.
sempre vou lembrar de ti com um sorriso no rosto, certo?
[e eu falo um monte de coisas nada a ver sobre gente que nem lê isso aqui há anos]

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eu devia parar com a preguiça. se eu fosse um pecado capital, eu seria a preguiça.


beijo, tchau.
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